TCAS, 23.11.2017 — rotulagem e intervenção do IVV
Decisão relevante porque parte expressamente do pressuposto de que o IVV controla os procedimentos relativos à rotulagem do vinho em causa.
Ler no repositório oficialPágina de enquadramento para orientar a pesquisa jurisprudencial relevante ao setor vitivinícola, incluindo Portugal, União Europeia e matérias conexas.
Em Direito da Vinha e do Vinho, a jurisprudência útil raramente cabe numa categoria fechada: importa cruzar contencioso administrativo, rotulagem, propriedade distintiva, concorrência, fiscalidade e proteção das indicações geográficas.
A jurisprudência abaixo está organizada por função prática: decisões sobre rotulagem, marcas e DOP/IG; decisões administrativas e tributárias sobre vinha, certificação, IFAP/VITIS e contabilidade setorial; decisões sancionatórias sobre certificação, introdução no consumo, selos, composição e genuinidade; e decisões da União Europeia que definem os conceitos de uso comercial direto ou indireto, evocação, indicação enganosa e proteção ampliada das denominações protegidas.
Decisões úteis para rotulagem, intervenção do IVV/IVDP, VITIS e reconversão da vinha, Casa do Douro, fiscalidade setorial e questões administrativas conexas ao vinho.
Decisão relevante porque parte expressamente do pressuposto de que o IVV controla os procedimentos relativos à rotulagem do vinho em causa.
Ler no repositório oficialLitígio ligado ao regime de apoio à reconversão e reestruturação da vinha; útil para contratos de ajuda, execução do projeto e reposição.
Ler no repositório oficialAcórdão recente com referências expressas ao IVDP e a processos de correção e desmineralização.
Ler no repositório oficialÚtil para legitimidade, representação e enquadramento público-associativo no universo duriense.
Ler no repositório oficialDecisão útil para contencioso tributário com matéria factual ligada ao vinho.
Ler no repositório oficialÚtil para litígios económicos em operadores vitivinícolas quando a discussão já passa pela fase tributária e sancionatória.
Ler no repositório oficialAcórdão útil para litígios fiscais/documentais no setor, com referência a detalhe de movimento emitido pelo IVDP.
Ler no repositório oficialÚtil para prova contabilística, fiscal e técnica ligada a vinho licoroso.
Ler no repositório oficialEspecialmente importante para conflitos de marca, DOP “Porto”, concorrência distintiva, uso de sinais evocativos e litígios empresariais entre operadores do setor.
Recurso do IVDP contra decisão do serviço de marcas do INPI, relevante para articulação entre tutela administrativa da DOP e registo marcário.
Ler no repositório oficialAfirma proteção clara, no seio da denominação de origem Porto, à designação Port.
Ler no repositório oficialDestaca o papel dos elementos da marca na indicação da proveniência empresarial, com atenção ao consumidor especializado de vinho.
Ler no repositório oficialUma das decisões portuguesas mais úteis do momento sobre reprodução integral de denominação de origem prestigiada.
Ler no repositório oficialSublinha que o Vinho do Porto deve cumprir rigorosamente os critérios definidos pela DOP.
Ler no repositório oficialArticula diretamente direitos de marca com requisitos legais de rotulagem, mencionando a Portaria n.º 26/2017.
Ler no repositório oficialRelevante para conflitos familiares/empresariais em torno de nomes históricos no universo Douro/Porto.
Ler no repositório oficialAcórdão recente do Supremo sobre produtos da classe 33 e ausência de confusão no caso concreto.
Ler no repositório oficialÚtil para processos por falta de certificação, introdução no consumo, rotulagem, selos de garantia, genuinidade/composição e circulação irregular.
Valioso porque afirma que o elemento típico da contraordenação é a detenção do vinho licoroso irregular, e não a sua comercialização.
Ler no repositório oficialExplicita que a ilicitude típica se consuma quando o agente exterioriza a intenção de não submeter o produto ao circuito obrigatório de certificação.
Ler no repositório oficialImportante na prova técnica: regista falta de parâmetros para afirmar com certeza a natureza do produto analisado.
Ler no repositório oficialÚtil para prova pericial e sensorial ligada à avaliação técnica do produto.
Ler no repositório oficialTrata da contraordenação ligada à genuinidade, qualidade ou composição de géneros alimentícios, útil por analogia forte para vinho e bebidas afins.
Ler no repositório oficialDecisão operacional sobre infrações de rotulagem e cúmulo de coimas.
Ler no repositório oficialToca diretamente documentação de vinho suscetível de concessão da denominação de origem Vinho Verde.
Ler no repositório oficialAcórdão útil para operadores de vinho e derivados em contexto fiscal e sancionatório.
Ler no repositório oficialJurisprudência de princípio sobre uso comercial direto ou indireto, evocação, indicação enganosa, sinais figurativos associados à área geográfica e proteção contra produtos e serviços.
Caso português central para o setor, discutindo o sinal adegaborba.pt e os limites distintivos de termos fortemente ligados ao universo do vinho.
Ler no repositório oficialO nome da DOP pode ser usado num alimento que contenha o produto protegido como ingrediente apenas se este lhe conferir característica essencial.
Ler no repositório oficialDecisão indispensável: a proteção da DOP pode operar também contra o uso evocativo em serviços.
Ler no repositório oficialClarifica o conceito de indicação falsa ou enganosa e a apreciação de evocação na tutela de indicações geográficas.
Ler no repositório oficialAdmite que sinais figurativos evocando a área geográfica da DOP podem constituir evocação ilícita da denominação protegida.
Ler no repositório oficialDelimita o alcance da proteção da IGP e quando esta não se estende isoladamente a elementos não geográficos do nome composto.
Ler no repositório oficialAcórdão de princípio sobre evocação e proteção de indicações geográficas, repetidamente citado em jurisprudência posterior.
Ler no repositório oficialDecisão estrutural para marcas que contenham indicação geográfica protegida.
Ler no repositório oficialSe a questão for rotulagem, DOP/IG, evocação, uso de nome protegido ou registo de marca, comece pelos blocos civil/comercial e UE.
Se o problema envolver IVV, IVDP, IFAP, certificação, vinha, apoio ou contencioso fiscal, a leitura deve começar no bloco administrativo/regulatório.
Questões de vinho licoroso, introdução no consumo, coimas, circulação documental, composição e genuinidade exigem leitura do bloco contraordenacional/sancionatório.
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